Quando chegamos à escada para descer até a sala, eu puxei minha mão, tentando sair do aperto da mão do Oliver, mas ele segurou mais firmemente.
— Por que você quer soltar? — perguntou ele, sorrindo como se estivesse divertindo-se às minhas custas. — Não me diga que está com vergonha que a minha avó nos veja de mãos dadas.
— Não é isso, só que… eu não estou acostumada com você desse jeito. É estranho.
Ele riu mais, no entanto, parecia que não tinha gostado do que ouviu.
— Estranho? Bom, se v