Eu estava no precipício, o meu corpo arqueado, um grito preso na garganta, pronta para cair no abismo do prazer que a língua de Pedro me prometia. Eu sentia a vibração dele contra mim, o calor, a urgência...
E então, ele parou.
Simplesmente parou. Afastou-se bruscamente, deixando-me fria, exposta e a tremer, suspensa numa agonia de "quase". Abri os olhos, a visão turva, e encontrei-o a olhar para mim, ainda de joelhos, com um sorriso cruel e satisfeito nos lábios molhados. — Eu disse que ia p