LILLY
A adrenalina corre em minhas veias enquanto os seguranças me cercam, suas expressões impassíveis refletindo uma obediência cega a Viktor. Um deles se aproxima para me agarrar, mas, em um movimento rápido, dou um passo para trás, tentando me afastar.
— Não toquem em mim! — grito, tentando transmitir toda a força que ainda me resta. Viktor ri, um som frio que ecoa nas paredes do corredor.
— Ah, Lilly, você realmente acha que pode escapar de mim? Ele avança, seu olhar se transformando em uma mistura de divertimento e desdém.
— Vamos, querida, não faça isso mais difícil para você mesma.
Os seguranças se aproximam, mas em um gesto desesperado, olho ao redor, procurando algo que possa usar como arma. Um vaso de cerâmica está apoiado em uma mesa próxima.
Com um impulso, corro em direção a ele e o agarro, levantando-o acima da cabeça.
— Fique longe de mim! — grito, e, para minha surpresa, um dos seguranças hesita, com olhar confuso.
Aproveito essa fração de segundo e arremesso o vas