O covarde apoiou as duas mãos no chão e uma poça de sangue começou a se formar embaixo dele. Se eu não fizesse mais nada, ele iria definhar vagarosamente até que não tivesse mais sangue no corpo e seus órgãos entrassem em colapso.
— Minha irmã sempre foi de mais para você. — Chutei o rosto dele e fiz com que o homem pendesse para trás, pendulando. Ele estava visivelmente tonto, mas o seu sorriso não morria.
— Se isso fosse verdade, eu não a teria tão fácil.
— Acho que deveria começar a suplicar