Minha não vai para seu ombro e a dele para minha cintura enquanto as outras se juntam. Um silêncio paira por nós durante quase um minuto, um silêncio confortável. Seu aperto é novamente forte, como se segurasse sua presa.
Vejo minha mãe sorrir de longe, o que me faz cerrar os olhar e balançar a cabeça em negativo. Ela está adorando isso.
— Não achei que faria. - Confesso, finalmente dizendo algo.
— O que? Dançar? - Me gira e puxa novamente, encostando seu corpo no meu.
— É, faz poucos dias qu