Ela me olhou com uma expressão assustada, ao mesmo tempo, expectante sobre o que eu tinha a dizer. Era evidente que ela estava bastante nervosa.
— Eles já se foram. — Tranquilizei-a. — No entanto, se identificaram como policiais, embora estivessem longe de sê-los. Estavam procurando por você e disseram que você é procurada por alguns crimes.
Ela negou com a cabeça.
— Não sou nenhuma criminosa. — Ela falou, preocupada.
— Eu tenho certeza disso. Mas por que está fugindo? — Perguntei diretamente.