126. Eu aceito
Branca
O abraço dele me segurava como se o mundo inteiro tivesse tentado me derrubar por anos e, finalmente, alguém tivesse decidido que eu não cairia mais. Meu rosto ainda estava molhado, minhas mãos tremiam com aquela mistura de alívio e incredulidade, e o ar parecia diferente dentro do peito, como se eu tivesse desaprendido a respirar leve e estivesse aprendendo agora.
Cássio afastou só o suficiente para me olhar. Não foi um olhar rápido, não foi aquele tipo de olhar que pergunta “você tá be