Era mais que meia noite, o celular tocou sobre a mesa, desviei meus olhos da tela do computador para ele, franzi o cenho com um curto sorriso na boca. — Senhor Aloi...
— Liz, preciso de um favor seu, urgente. — Ele nem mesmo me deixou falar, um cumprimento de leve. — O que houve? — Questionei temendo que estivesse ruim. — Liz, estou com Otávio aqui em casa, liguei pra o inresponsável do pai dele, que até agora não veio, não sei o que houve... mas...
— Pra que o senhor precisa de mim? — Pergunte