— Jantar! — informou o carcereiro, entregando as marmitas.
Evelyn não se moveu. Continuou sentada num canto da cela, encarando o nada.
— Madame, a janta já está pronta — disse uma das detentas.
— Não vai comer outra vez? O menu não está do agrado do seu paladar?
— Deve estar de dieta — acrescentou a outra, sorrindo com deboche.
Evelyn continuou indiferente e fechou os olhos. Estava sem apetite, sem sono. Até porque, Como poderia comer se Dante não podia? Como dormir se ele corria o risco de nun