Dante encarou o celular pela terceira vez.
Já tinha perdido a conta de quantas vezes havia ligado.
Mas a mensagem eletrónica continuava se repetindo.
O maxilar dele travou ao ouvir novamente a gravação.
Aquilo já estava começando a irritá-lo. Não… já tinha ultrapassado a irritação e se transformado em preocupação.
Ele afastou o telefone do ouvido e encarou o nome dela na tela.
Sentia que algo estava errado. Ela tinha saído sem dizer nada e, para piorar, o celular estava desligado.
“Será que aco