Capítulo 301 — A Cor da Morte
Athena Wilson
O corredor da UTI estava mergulhado naquele silêncio artificial que só os hospitais conseguem produzir. Um silêncio que cheira a medo e antisséptico. Olhei para o relógio na parede. Atlas tinha ido embora há algumas horas. Eu não fiquei chateada, pelo contrário. Insisti para que ele fosse. Meu irmão passou dias naquele inferno de presídio, dormindo em um catre duro, comendo lavagem. Ele precisava de um banho digno, de uma cama limpa e, acima de tudo,