O apartamento estava… silencioso.
Mas não aquele silêncio confortável.
Era outro.
Carregado.
Expectativa.
Tensão.
E uma leve sensação de “isso pode dar muito errado”.
Eu estava no quarto.
Sozinha.
O vestido pendurado na minha frente.
Respirei fundo.
— Tá… — murmurei. — Só um jantar.
Pausa.
— Um jantar com investidores importantes, onde eu preciso fingir que sou noiva do meu chefe extremamente controlador e não passar vergonha.
Silêncio.
— Fácil.
Mentira.
Peguei o vestido.
E vesti.
Devagar.
Com