Cap 143. O começo do fim.
Sabrina acordou com o gosto metálico de sangue na boca e o cheiro forte de madeira úmida e pinheiro queimado. Estava deitada de lado sobre um tapete velho e áspero, braços amarrados atrás das costas com corda grossa que mordia a pele. Pernas também presas nos tornozelos, mas com folga suficiente para dobrar os joelhos.
A cabana era pequena, paredes de toras mal encaixadas, uma única janela pequena coberta por tábuas pregadas de qualquer jeito. Sem móveis. Sem água. Sem nada além do tapete e