Cap 119. Bastava um passo.
Marcelo ainda não confiava no que os próprios olhos viam. Mesmo depois de encarar o perfil dela, mesmo depois de sentir o nome preso na garganta, parte dele insistia que era mais uma armadilha da memória. Um truque cruel da saudade.
— Marcelo, o que houve?— Thomas perguntou.
Ele pegou outra taça de champanhe da bandeja de um garçom que passava, mais para ocupar as mãos do que por vontade de beber, e começou a caminhar em passos hesitantes na direção dela.
Thomas e Alan se olharam por um m