Cap 113. Estado de negação
Sophia soluçou, apertando as mãos dela com mais força, mas com carinho.
— Sou eu, mãe, Sophia... sua filha.
Jana franziu a testa com esforço, os olhos percorrendo o rosto de Sophia como se tentasse reconhecer algo familiar. A confusão era visível. Ela balançou a cabeça devagar, com dificuldade.
— Não... — murmurou, a fala embolada e lenta. — Minha... filha... é... pequena. Menina... pequena. Cadê... minha filha?
As palavras foram como facadas no peito de Sophia. Ela sentiu o ar faltar, m