Eu ainda estava no jogo.
William
O barulho da porta do flat batendo com violência ainda ecoava nos meus ouvidos enquanto eu tentava, desesperadamente, enfiar as calças. Meu coração parecia uma britadeira no peito. Daphne chorava histericamente na cama, puxando os lençóis para se cobrir, mas eu não conseguia olhar para ela.
— William! Faz alguma coisa! Aquela louca gravou a gente! Ela vai acabar com a minha vida! — ela gritava, a voz estridente me deixando ainda mais psicótico.
— Cala a boca, caralho! Cala a porra da b