Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV MIRANDA
Me preparei como pude para o ataque, antevendo onde o ser voador me atingiria. Com o galho grosso em minhas mãos, o acertei tão forte que, ao cair no chão, uma nuvem de poeira e folhas secas se levantou no ar. Foi aí que vi que não era uma ave assassina. Era Benjamin.
— Benjamin, me perdoe, eu…. – falei, largando o galho no chão e indo ao encontro dele.
— Você