NATÁLIA
Eu me sentia... Calma. Estranho!
Eu deveria estar furiosa, pronta para me transformar em algum maldito dragão e sugar a vida da mulher que afirmava ser minha amiga, mas que me traiu por tantos anos em segredo.
Mas meus pés se recusavam a se mover. Minhas emoções enganavam minha mente, me compelindo a ficar ao lado da parede de vidro e encarar a casa do Beta.
A maldita chuva decidiu que era o melhor momento para borrar o mundo e criar um barulho alto o suficiente para afogar todos os