NATÁLIA
Minha boca se abriu, minha mandíbula doía quando vi o homem — que exalou problemas — sentado bem na minha cama.
Ofegando, entrei e fechei a porta antes que alguém da minha família sentisse seu cheiro ou ouvisse o aumento do meu batimento cardíaco.
— Que diabos! — Murmurei.
— Precisamos trabalhar nesse vocabulário colorido. — Ele murmurou com uma voz profunda.
Colocando as mãos em ambos os lados do corpo, ele esticou os músculos e se recostou.
Respirei fundo, tremendo. A incredulidade me