Capítulo 150. Laguna
— Sou eu, mago, me solte.
A essa altura, Herman já havia se virado à procura de comida sobre a mesa.
Havia um prato com sobras e um pedaço de pão jogado na mesa, sem se incomodar se estava bom ou ruim, novo ou velho, ele comeu tudo que estava ali. Bebeu água da moringa, sem colocar no copo e só então, depois de limpar a boca com as costas da mão, voltou sua atenção para Júlio.
— Vou soltá-lo e vamos sair daqui, eu preciso entender o que foi que aconteceu e o guarda lá fora vai acordar logo.
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