Acordei com uma sensação diferente naquela manhã, uma calma boa que eu não sentia há tempos.
Abri os olhos devagar, ainda me ajustando à luz suave que entrava pelas janelas enormes do apartamento de Bernardo.
Quando meus olhos focaram, lá estava ele, me observando com um sorriso tranquilo, os braços apoiados na cama e o olhar fixo em mim. Senti meu coração acelerar.
Eu sorri de volta, ainda com a cabeça meio zonza pela noite anterior, pela intensidade do que havíamos compartilhado.
Era