“Patrício”
Eu estava agarrado à Lisandra, dormindo feliz e satisfeito depois da nossa noite de sábado, quando ouvi ao longe uma voz chamá-la. A apertei mais em meus braços, aquilo deveria ser só um resquício de algum sonho gravado em minha mente. Mas eu ouvi de novo.
- Lisa! – Era uma voz familiar e parecia tão perto.
Mas eu estava cansado e aquilo não devia ser nada além de um reflexo do sono, eu não estava totalmente desperto. Não estava, mas fiquei no momento seguinte.
- MAS QUE CARALHO ESTÁ