A segunda-feira chegou mais depressa do que ela teria querido.
Às seis e meia, Chantelle acordou sobressaltada: estava atrasada para o trabalho.
Virou a cabeça para o telemóvel, apanhou-o maquinalmente e verificou as mensagens. Nada.
Sempre nada do pai.
— É estranho… — murmurou ela, franzindo as sobrancelhas. — Porque é que o pai ainda não me ligou de volta?
Pousou o telemóvel devagar, levantou-se e dirigiu-se para a casa de banho.