Sorvete...
Renê
Cheguei ao flat do Richard. A tarde estava abafada. Estacionei o carro na vaga designada e subi até o andar que ele morava. O elevador deslizou suavemente até o décimo segundo andar. Bati levemente na porta e após alguns instantes ouvi passos apressados do outro lado.
Richard abriu a porta com um sorriso no rosto. Achei que o encontraria triste e abatido, mas o cenário era bem diferente.
– Renê! Que bom que veio, entre! Ele gesticulou, fazendo espaço para que eu entrasse. O apartame