Que Deus me ajude.
Eu solto o ar com angústia, sentindo um aperto no peito, mas falo firme: —Não farei isso. Eu... gosto dele.
O silêncio do outro lado da linha se estende por segundos que parecem eternos. Então, Carly solta uma exclamação abafada. —Oh, não! — Ela lamenta, a voz carregada de incredulidade. — É pior do que eu imaginei. Já está assim? Meus pêsames. Amiga, estarei aqui quando tudo isso acabar e você voltar com seu rabinho entre as pernas.
Sinto um nó na garganta, mas sorrio amargo.
—Obrigada por sua