Capítulo 36. Descobertas

“Augusto”

Selena era uma mulher bonita. Agora, olhando para a mulher que trabalhava como caixa no supermercado, eu me lembrava do nosso caso. Tinha sido apenas algo casual, três ou quatro encontros. Na época, a única preocupação dela era saber quais eram as melhores baladas e estar onde a galera estava.

Segundo o relatório do John, a família toda faliu. Selena se estabeleceu aqui, bem longe dos conhecidos, e o irmão ficou sem rumo, vagando por aí e planejando vingança contra a minha família.

Entrei no mercado, fingi comprar alguma coisa e fui para o caixa. Naquele momento, havia poucos clientes. Quando me viu, Selena não pareceu surpresa, parecia que já me esperava.

— Augusto Salvatore. Não imaginei que um dia veria você em um mercadinho de bairro — disse ela, registrando minhas compras. Os cabelos ruivos estavam presos em um coque.

— Preciso falar com você...

— Sobre o meu irmão? — interrompeu. — Imaginei que mais cedo ou mais tarde um dos Salvatores apareceria perguntando do Enzo. J
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