Aurora percebeu que um colarinho-branco como ele ainda era um pouco privilegiado.
Ela pegou o cartão do banco e o entregou a Bruno, pedindo-lhe:
- Você tem que barganhar com o dono da floricultura, metade do preço é mais ou menos o suficiente.
Bruno devolveu o cartão e disse:
- Eu ainda tenho dinheiro aqui.
Aurora o olhou duas vezes, então não insistiu com ele.
Ela tinha que ir à casa da irmã, então depois de avisar a Bruno mais uma vez para barganhar ao comprar as flores, pegou a chave da bicic