Epílogo.
2 anos depois...
"Bruna,
Você dever estar se perguntando o motivo dessa carta tão repentina, mas na verdade, nem eu sei. Senti vontade de escrever para você, de me explicar. Você pode me julgar, me odiar, achar que sou um assassino e não querer olhar na minha cara e eu vou entender. Ou, você pode me odiar e só, pode ser igual as outras pessoas e dizer que eu não tive culpa, mas sim, eu tive.
Éramos jovens e estávamos no auge dos nossos dezessete anos. Tínhamos ido a uma cachoeira, estávamos fe