Quando chegamos ao porto de Manhattan, exalei o cheiro familiar da minha cidade. Atracamos em uma região reservada, já que o porto era necessariamente para cruzeiros, porém, meus contatos me permitiam tal liberdade uma vez ou outra desde que não chamasse tanta atenção. Desci acompanhando Paola com uma das mãos pousada em sua cintura, guiando-a pela rampa abaixo em direção ao meu carro estacionado a alguns metros, que é um modelo preto do Hongqi H9. Há algumas pessoas nos olhando de esguelha e a