QUASE, QUASE…
A manhã começa com o cheiro de pão fresco vindo da cozinha.
Eu ainda estou meio grogue, enrolada na coberta, quando ouço risadinhas baixas.
Não são minhas e definitivamente não são do Henry.
É a Laura. E isso significa que ela está com ele.
Quando abro a porta do quarto, vejo a cena que sempre, sempre me desmonta:
Henry sentado no chão, com a panela de ferro na mão, batendo com a colher de pau enquanto Laura tenta imitá-lo com uma colher menor e uma tampa velha de panela.
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