A manhã chegou silenciosa demais.
Não havia gritos.
Não havia mensagens.
Nenhuma ameaça direta.
E, estranhamente…
Aquilo era pior.
Verônica acordou antes do despertador.
Os olhos abriram devagar.
Mas a mente já estava ativa.
Como se nunca tivesse descansado.
Ela ficou alguns segundos olhando o teto.
Sentindo.
Algo não estava certo.
Não era medo.
Era… pressentimento.
Ela se levantou devagar.
Caminhou até a janela.
O sol já iluminava a cidade.
Tudo parecia normal.
Mas dentro dela…
Nada estava.
—