O primeiro sinal veio em silêncio.
E isso foi o mais assustador.
A tela não apagou.
Não travou.
Não explodiu em erros como Verônica esperava.
Ela… ficou limpa.
Limpa demais.
Sem listas.
Sem nomes.
Sem ordens.
Sem controle.
— Não…
A voz dela saiu baixa.
Confusa.
Ela digitou.
Nada.
Tentou acessar novamente.
Nada.
O sistema não estava bloqueado.
Não estava destruído.
Ele… simplesmente não estava mais ali.
— O que você fez…?
Ela murmurou.
Nenhuma resposta.
Henrique tinha sumido.
Mas não como antes.