O relógio marcava sete da manhã quando Verônica finalmente percebeu que ainda segurava a pequena chave de prata.
Ela não havia soltado aquele objeto desde a saída do galpão.
Nem durante o trajeto de volta.
Nem quando tentou dormir.
Nem agora.
A chave parecia comum.
Pequena.
Antiga.
Sem qualquer inscrição.
Mas, naquele momento...
Era o objeto mais importante de sua vida.
Daniel entrou na biblioteca da mansão.
Encontrou Verônica sentada perto da janela.
O olhar perdido no horizonte.
A chuva havia