Ele balançou a cabeça, negando, depois segurou minhas mãos, mantendo-as em seu rosto.
— Eu não estou fazendo nada por obrigação. Eu sei que fui um idiota, que não entendi meus sentimentos, mas eu estou aqui agora. Olha nos meus olhos, Elizabeth. Você não consegue ver o quanto eu te quero? — Soltou minhas mãos e segurou meu rosto. — Eu te amo.
Fechei os olhos e senti as lágrimas descendo pelo meu rosto. Essa, com certeza, foi a decisão mais difícil da minha vida. Meu coração, meu corpo, tudo