— Eu gostaria de dançar para vossa alteza — digo, e forço um sorriso para ele, torcendo desesperadamente para que meus lábios não tremerem e denunciem meu pavor.
Said me olha com um cuidado minucioso, seus olhos vagando pelo meu corpo de cima a baixo, um percurso lento que me faz sentir nua sob seu olhar. Tenho plena consciência da minha figura descabelada, vestida apenas com uma camisola grossa de flanela, meus pés descalços tocando o chão frio. Não há nada de sedutor na minha aparência atual,