SOFIA BELLANDI
Alina havia descido há quase vinte minutos, deixando-me sozinha com os próprios pensamentos.
A mansão continuava movimentada. Vozes atravessavam o corredor, funcionários transportavam caixas e, do lado de fora, os últimos detalhes da cerimônia eram organizados. Todos trabalhavam para construir um casamento que eu já sabia que não aconteceria.
Eu deveria escrever a carta para Rocco, mas a folha continuava vazia sobre a escrivaninha. Não encontrava palavras capazes de pedir perdão