10/2070 – Três meses após o acidente.
Saindo de casa. Era hora de passar pela rua que cercava o escuro valão. Uma curva à esquerda, uma longa reta. Ele chegava ao ponto e entrava no ônibus que o levaria para seu destino. Dormir era inevitável, ele já nem se preocupava em acordar cedo o bastante a tempo de se preparar para desembarcar. Curvas e mais curvas, um engarrafamento ou outro entre elas.
A rotina por horas entediante tinha tudo para ser a mesma.
Lá vinha ele, o ponto de Diego chegava e ne