Sexo com meu chefe gostoso

Jade

O escritório vira um cemitério às 23h, e aqui estou eu, ainda nele. E tudo por culpa de uma pessoa: Daniel Carr, o CEO e o ser humano mais irritante para quem já tive o desprazer de trabalhar.

Ele quase nunca chega em casa antes da meia-noite, o que torna minha vida ainda mais miserável. Jogo minha bolsa sobre a mesa e ligo o computador, já sabendo o que vou encontrar. Os documentos da fusão estão na minha caixa de saída, exatamente onde os deixei às seis da tarde, sem assinatura. Daniel sabe que a equipe jurídica precisa deles até segunda-feira de manhã e, mesmo assim, se recusa a assiná-los.

"Porra", eu sussurro, cerrando o punho. Eu odeio o Daniel. Cada fibra do meu ser o odeia profundamente.

Tudo o que Daniel tinha que fazer era sentar-se por cinco minutos. Cinco malditos minutos.

Pego a pasta da bandeja da impressora e subo as escadas até o andar da diretoria, meus saltos batendo nos degraus em um ritmo agudo e irritado que combina perfeitamente com meu humor.

O andar executivo é mais escuro que o resto. Atravesso a porta de vidro sem bater e me arrependo imediatamente. Ou talvez não.

O CEO da Carr Global Ventures está se masturbando em seu escritório. Seu pênis está pingando líquido pré-ejaculatório.

"Você não sabe bater na porta, porra?" ele grita. O pau dele me distrai, meus olhos estão grudados. O dedo dele ainda acaricia a glande cremosa. Mordo o lábio inferior, minha vagina se contraindo com a visão.

"Não vê que estou ocupado pra caralho?", ele resmunga, acelerando o ritmo dos movimentos.

"Não pare", sussurro, sem nem mesmo me ouvir.

Nada na minha imaginação se compara a isso. Meus lábios permanecem entreabertos, meus olhos fixos em seu pau. Observá-lo me causa uma dor profunda. Meus olhos se arregalam enquanto me aproximo para contemplar seu pau. Seu pau, duro, com veias grossas. Minha vagina ronrona na minha calcinha encharcada.

“Se você ficar mais tempo, vou te obrigar a chupar meu pau e te foder várias e várias vezes.” Ele está se masturbando mais rápido, grunhindo entre as palavras. Permaneço em silêncio, apertando as coxas com mais força por causa da forte pressão no meu corpo.

"Estou te avisando... Vou foder todos os seus buracos até você gritar meu nome se ficar mais um segundo."

"Foda-me", respondo como a vadia carente que sou. Não transo há semanas. A visão dele se masturbando me causa arrepios. A única coisa em que penso é no pau dele me penetrando enquanto me aproximo cada vez mais de nós.

"Ajoelhe-se", ordena ele.

Daniel diminui o ritmo quando me ajoelho à sua frente. Seu pênis brilha com uma mancha de líquido pré-ejaculatório na glande. Umedeço minha língua, aproximando meus lábios de seu belo membro.

"Chupa, vadia", ele acrescenta, segurando o pau enquanto força minha cabeça para baixo para que eu o engula inteiro. Eu me encolho quando Daniel enfia seu enorme pau cheio de veias na minha boca. Ele geme enquanto me força a engoli-lo por completo, seu pau esticando minha mandíbula. Ele é grande demais. Grande demais, chega a doer.

"Abra essa sua boquinha, vadia", ele grunhe. Eu engasgo, engolindo-o inteiro até o fundo da minha garganta.

“Hum... caramba... você tem a boca bem apertada.”

O pau dele se mexe na minha boca, me sufocando. Saliva quente escorre pelos cantos da minha boca, descendo pelo seu pau enorme.

"Sai da frente", ele ordena enquanto penetra minha boca. Seguro as lágrimas enquanto ele me fode com força na garganta. Ele agarra meu cabelo, forçando minha boca para trás para engolir seu pau inteiro. Giro minha língua na cabeça do seu pau, usando minha mão para apertar seus testículos com força.

"Com certeza... você é uma boa vadiazinha, não é?", ele geme, sussurrando palavras sujas enquanto eu chupo seu pau como uma puta. Seus testículos estão cheios enquanto os aperto com uma mão, segurando a base do seu pau com a outra para me firmar enquanto ele me fode na garganta. Seus dedos se cravam no meu cabelo. Sinto os músculos das suas pernas se tensionarem enquanto eu acelero o ritmo, deixando sons preenchendo o ar do escritório. Minha mandíbula dói, mas eu não paro.

Ele geme alto, impulsionando a cintura para cima para penetrar minha garganta mais fundo. Eu me encolho de dor, mantendo minha boca firme em seu pau, chupando-o. Ele pega meus seios nas mãos e penetra mais algumas vezes antes de parar e deslizar para fora da minha garganta.

Ficamos paralisados, olhando nos olhos um do outro por um instante. Estou ofegante, processando o que acabou de acontecer. Eu fiz um boquete no meu chefe gostoso, aqui mesmo no escritório dele.

Não me lembro quem cedeu primeiro, mas tudo o que consigo sentir são os lábios dele nos meus num instante. Ele não é delicado enquanto move os lábios com uma necessidade frenética, devorando os meus. Agarro um punhado da camisa dele, inclinando a cabeça enquanto aprofundo o beijo. Deus, como eu queria isso… queria prová-lo. Gemei em sua boca ao sentir seu pênis pressionado contra mim. Uma das mãos dele acariciava meu seio esquerdo.

Meus mamilos estão duros por causa das suas carícias. Estou gemendo em sua boca, acompanhando o movimento da sua língua na minha enquanto meus dedos deslizam até sua calça. Ele se pressiona com força contra mim e eu amaldiçoo a peça de roupa entre nós, que me impede de senti-lo por completo. Já imaginei isso tantas vezes. Enquanto o observo... enquanto me masturbo na minha cama. Aperto as pernas para aliviar a tensão no meu corpo só de pensar no pau dele. O pau dele dentro de mim.

Fico sem fôlego quando seus lábios se afastam dos meus.

“Tire a camisa.”

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