A lua já alta derramava um véu prateado pelas janelas do aposento. Emma ajeitava o cabelo diante do espelho, ainda com o coração acelerado pela noite intensa, quando Lyanna entrou, os olhos brilhando de emoção e o rosto corado.
— Emma… — chamou, fechando a porta e se jogando de costas na cama, um suspiro escapando de seus lábios.
Emma se virou, os olhos claros atentos.
— Tá tudo bem? Seu pai te deu um sermão muito pesado?
Lyanna deu um meio sorriso, olhando para o teto.
— Foi estranho… foi