A CULPA.
NARRA BORIS.
Evito olhar para Karina e me tranco no banheiro, não consigo evitar os nervos que nublam minha felicidade absoluta, as palavras de Karina que sim, Karina não é burra, eu deveria ter contado tudo para ela naquela época, mas como fazer, como correr o risco de perdê-la, agora que tenho ela e meu filhinho, não posso, não posso só não posso com outro problema na minha vida. Meu pai e seu erro monumental, aparentemente una capacidad de complicar minha existência é genética e embora eu