Cristine
Acordei com a porra de uma moto acelerando na porta da minha casa, mais que merda, esse barulho todo só pode ser o Marcelo, peguei um short qualquer e caminhei em direção ao portão para ver se era ele mesmo.
— Mais que porra é essa, Marcelo, tá querendo acordar a rua inteira. — Falo, brava, e ele começa a rir.
Ele para de acelerar a porra da moto e veio até mim.
— Bom dia, gatinha, eu disse que passaria aqui cedinho para beijar sua boca. — Ele fala, animado.
— Ainda está escur