A dor da realidade.
— Não, não, não... — Eu estava em choque. — O que eu vou fazer agora?!
Chorei baixinho. A médica, que pareceu se comover, aproximou-se, acariciando os meus ombros.
— Se quiser, posso pedir para alguém entrar. As pessoas da sala de espera estão com os nervos à flor da pele. Vai fazer bem para você ter alguém para compartilhar isso.
Eu não respondi. Estava em choque. E só conseguia chorar.
Minutos se passaram enquanto ela imprimia o papel do ultrassom, a prova física de que aquilo estava mes