Olívia e os outros seguiram o olhar ardente de Breno e, então, a viram. Hebe estava parada sob a luz amarelada de um poste de rua, com sua silhueta fina e frágil destacando-se na escuridão. A brisa da noite bagunçava seus longos cabelos, tão macios quanto algas marinhas, enquanto pequenas lágrimas ainda brilhavam em seu rosto delicado.
— Breno... — Ela respondeu com a voz embargada, quebrada pelo pranto, enquanto as lágrimas desciam sem parar.
Aquela figura magra e vulnerável, quase engolida pel