Charles encarou o número desconhecido na tela do celular, paralisado por um momento.
Poucas pessoas tinham acesso ao seu número privado, e ele nunca atendia chamadas de desconhecidos. Mas, dessa vez, seu coração disparou de forma incontrolável, como se algo o empurrasse a atender.
Com os dedos trêmulos, ele pressionou o botão e aproximou o aparelho do ouvido:
— Quem é?
Do outro lado da linha, o som da chuva forte e do vento uivante tornava a chamada caótica.
— Por favor, quem está falando?
Em q