Diogo respirava pesadamente, o suor misturando-se ao sangue que escorria pelo seu rosto anguloso. Seus olhos, sombrios e cruéis, emanavam uma aura assassina. Parecia um demônio que havia acabado de emergir das profundezas do inferno, mas, ao mesmo tempo, havia uma satisfação perversa em sua expressão, como se tivesse gostado do que acabara de fazer.
— Sr. Diogo. — Cauã e Bruna inclinaram a cabeça em respeito.
Diogo jogou o chicote ensanguentado no chão, tirou seus óculos de armação dourada e uso