No metrô, Suze sentou num banco vazio. Liz e eu ficamos em pé. Eu não estava acostumada com o trem e quase caí em cima dela na primeira parada. Ela passou as mãos na minha cintura supostamente para me segurar e deixou a mão ali. Até o desembarque. Cada toque dela me dava uma paz esquisita. Como se já nos conhecêssemos há muito tempo.
Chegamos ao bar e uma imensa fila estava formada na porta. Liz nos guiou até o final e não pude deixar de notar sua popularidade por lá.
— Hey, Liz! — uma garota g