— Suba em meus ombros. — Digo e ela assente com um sorriso.
Faço um esforço sobrenatural para que Adriana se apoie em meus ombros. Ela quebra o vidro da pequena janela e se arrasta para fora.
— Fique calma, Alice. Eu vou buscar ajuda — promete do lado de fora.
Fraca e trêmula eu me arrasto pela parede e me deixo cair no colchão. Não demora muito e sinto um cheiro forte de fumaça dentro do quarto. Abro os olhos e vejo uma camada fina de fumaça passar por debaixo da porta.
Droga! Penso desespera