No instante em que Vitor viu o clarão do fogo no quintal, seus olhos se encheram de pânico. Sem pensar, empurrou a porta e entrou depressa.
Ao chegar ao quintal dos fundos, viu Marina de pé ao lado do balde de metal.
As chamas saltavam, e as línguas de fogo, claras e violentas, pareciam prontas para engolir tudo. Era como se, no segundo seguinte, fossem engolir Marina também.
O coração de Vitor tremeu com força. Ele avançou depressa e puxou Marina para longe.
A perna de Marina ainda estava machu