Capítulo 113 — Acordo é acordo.
POV Killian Navarro
A porta bate.
Beatriz desaparece no corredor branco do hospital com o salto ecoando como se cada passo fosse um aviso do destino: acabou a paz.
Eu fico ali. Sentado na cama.
Com o soro pendurado, o monitor apitando irritado, e o corpo doendo como se eu tivesse sido atropelado por um caminhão, mas nada disso chega perto do estrago que eu sinto dentro do peito.
Amara está parada ao lado da cama. Pálida. Tremendo. Os olhos vermelhos de quem chorou, de quem segurou tudo sozinha