Dentro de uma luxuosa mansão, Durval estava deitado no sofá, com um cigarro na boca, uma das pernas levantadas sobre a mesa de centro.
No tornozelo, havia uma mão ensanguentada que ele não conseguia soltar.
Dois subordinados estavam agachados ao lado, tratando cuidadosamente da mão cortada. Devido ao esforço, as unhas da mão cortada haviam se cravado na carne.
Durval franziu a testa, e com a dor, chutou um dos subordinados no chão.
- Droga! Mais devagar!
O subordinado disse com um sorriso forç